Mário Pazcheco no Ataque Sob a Forma de Escritor (2026)
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Reprodução do anúncio da nova edição do Guia Musical de Brasília, que em breve chegará ao público. A publicação impressa tem direção de @joaquimbarroncas e produção/apresentação de @marciatauil.
Mais do que um guia, trata-se de um importante registro da produção cultural da cidade e de um reconhecimento de que a música popular feita em Brasília continua encontrando espaço, público e respeito. Um atestado de que a arte brasiliense segue viva, pulsante e bem acolhida.
Deu no Jornal do Guará!
Coletânea do Guará chega dia 21 de julho
A Coletânea Artística do Guará será lançada em 21 de julho, no Teatro da Administração Regional do Guará. A publicação reúne textos de 143 escritores e obras de 15 artistas plásticos selecionados pelo Festival do Guará. Além do livro, o evento contará com uma exposição de artes visuais dos artistas participantes. A iniciativa busca registrar a memória, a diversidade cultural e a identidade da cidade, reunindo autores consagrados e novos talentos em um amplo retrato da produção artística local. Entre os escritores selecionados está Mário Pazcheco. A organização é de Rafael Souza.
Mário Pazcheco foi selecionado para a Coletânea Artística do Guará com a crônica memorialística "O Guará Tinha o Chama". O texto reúne lembranças pessoais, transformações urbanas, referências culturais e personagens marcantes que ajudaram a construir a identidade da cidade. Entre memórias da juventude, da música e da vida nas quadras do Guará, o autor reflete sobre a passagem do tempo e as mudanças ocorridas ao longo de décadas. Mais do que um relato autobiográfico, a crônica apresenta a história afetiva do Guará filtrada pela experiência de quem viveu intensamente suas ruas, praças, bares e encontros.
Trecho
"Hoje, décadas depois, ao contornar o primeiro conjunto da QE 17, às vezes escuto um saxofonista improvisando. Esse som me leva de volta ao começo da minha caminhada por esse anel de quadras – quarenta e seis anos, quase três quartos da minha vida.
Mas no final de 1984 o som que atravessou as quadras foi outro.
No final de 1984, mataram Marão.
Com ele morreu também uma parte da nossa inocência."
No coração do Conic, território histórico da contracultura brasiliense, surgiu o primeiro retrato de divulgação de Itinerários do Underground (1976–2026). A fotografia foi realizada pela produtora, fotógrafa e companheira de Mário Pazcheco, registrando o encontro entre memória, afeto e cinco décadas de histórias ligadas ao underground de Brasília.

