Lost: conforme a exibição americana

 23 abr. / 2010 - Vazam cenas de episódio inédito de "Lost"

ALERTA: SE VOCÊ É CONTRA 'SPOILER' --TEXTO QUE REVELA FATOS CRUCIAIS DE UMA OBRA --, NÃO SIGA EM FRENTE.

Uma jaula, um herói, uma bomba.

Com quem você acha que Kate deve ficar? Vote
 

São cenas do próximo episódio da sexta e última temporada de "Lost", "The Candidate" (o candidato), que vai ao ar nos EUA no dia 4 de maio.

As fotos, sem roteiro nem legenda, estão em sites oficiais da ABC/Disney, que produz o seriado.

Elas descrevem momentos importantes, como todos os sobreviventes que chegaram à ilha Hydra no episódio anterior sendo presos em uma jaula. Outra foto mostra Jack libertando Hurley, Sun, Jin, Sawyer, Lapidus e Kate. Enigmática, outra imagem retrata o Monstro de Fumaça, no corpo de Locke, com uma bomba na mão.

A mais recente tem uma pessoa, aparentemente Sun, morta no chão, com Sayid segurando uma arma ao lado de Claire.

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Final de 'Lost' foi pensado "desde 1ª bíblia"
Lúcia Valentim Rodrigues - da Folha de S. Paulo
 
28 mar. / 2010 - Há quem diga que o título de "Lost" (perdidos, em tradução livre) tem mais a ver com o estado que deixa os fãs após os episódios do que com a trama da série.

Autores brasileiros usam bíblias americanas para produzir séries

Mesmo envolvidos com o programa há seis anos, os produtores e supervisores de roteiro necessitam igualmente de orientação.

"Temos bíblias para tudo. Uma para a linha do tempo, outra com os caminhos da história, mais uma para os flashbacks e flashforwards, além da que descreve os personagens", enumera a produtora Jean Higgins à Folha.

"Deu para perceber que são muitas, né? E, às vezes, percebemos que alguma coisa ainda ficou de fora", completa ela, que já havia trabalhado com essa fórmula em "CSI: Miami".

Higgins e o diretor criativo, Jack Bender, são os responsáveis por coordenar as filmagens no Havaí, enquanto os criadores fazem os roteiros bem longe da ilha, na Califórnia.

Ambos garantem que o final da série estava previsto já na bíblia inicial e que os roteiristas sabiam onde queriam chegar.

"Se algum fã anotou todas as perguntas, vai haver uma ou duas que não serão respondidas direito. As soluções serão complexas, como a série foi sempre. Imitando a vida, algumas respostas terão mistérios", filosofa Bender.

"Lost" foi uma revolução no mundo das séries. Trouxe personagens falando em coreano --legendas são um tabu para o público norte-americano--, saltos no tempo e uma obrigatoriedade inédita de acompanhar todos os capítulos do programa.

Atores não têm acesso à bíblia nem ao que vai acontecer com os seus personagens.

A coreana Yunjin Kim, que faz a Sun, diz que achava que seria dublada e que "se emocionou" quando viu que tinham mantido o seu jeito de falar.

Ela também descreve o choque quando morreu o primeiro personagem do núcleo principal, Boone, na primeira temporada.

"Foi um susto. Ninguém sabia que isso aconteceria. Discutíamos quem seria o próximo. Quando Sun ficou grávida, me salvei. Na TV dos EUA, não matam grávidas ou quem tem cachorro. Nem 'Lost' seria tão revolucionário", brinca a atriz.

 
24 fev. / 2010

Esta é a minha quinta quarta-feira consecutiva que assisto a Lost, o resumo abaixo foi retirado do
Blog FORA de Série do Jornal Zero Hora
 

Antes de mais nada: como é bom (e diferente) assistir a um episódio sem saber nenhum spoiler antecipadamente! Ignorar quem seja o personagem do flashback da semana, não ter lido comentários previamente, ficar um pouco por fora do buzz e ser surpreendido com algo novo. Com o Lighthouse de LOST (season 6, episódio 5) foi assim - e é por isso que os comentários abaixo são indicados para quem já viu o episódio, como sempre.

*** CUIDADO! RISCO DE SPOILERS ABAIXO ****
** PROSSIGA PARA LER COMENTÁRIOS DE ACORDO COM A EXIBIÇÃO AMERICANA **

Lightouse está no mesmo nível de qualidade do episódio anterior, The Substitute. E mesmo que ao final tenhamos novas dúvidas cruciais, vale tomar fôlego e reavaliar o que foi mostrado para tentar chegar a uma teoria que “feche” com o que já foi visto até agora.

O grande choque da narrativa flashsideways - a “realidade paralela” dos brothers fora da ilha - é quando descobrimos que Jack é pai de um adolescente. Pai? Como assim? Ele não tinha filhos quando o avião caiu! Somada à cirurgia do apêndice que ele não lembra de ter feito na infância, vemos o médico em breve momento de confusão na sua própria timeline. Se os acontecimentos foram zerados a partir da queda na ilha, nada disso deveria ter mudado. Até que ponto o retorno à vida anterior dos losties foi reconstruída do zero? A hipótese de “interferência” entre os dois mundos nesse caso não faz tanto sentido. Os demais personagens apresentados não pareciam ter tais histórias gritantes, mas Jack desde o início do “reboot”, lá no avião, pareceu ter um momento deja vu em algumas cenas, reconhecendo - não se sabia de onde - demais passageiros.

Mesmo sem ter absorvido ainda esse lance daddy, seguimos em frente. A trama toda é suportada no incentivo de Jacob ao médico: Jack tem o que é necessário. E a frase pega no calo do personagem, já que a vida toda ele se sentiu desmotivado e um fracassado aos olhos do pai, Christian. A expressão-chave dita por Jacob para que Hurley convencesse o médico a ir ao farol não foi à toa: ela servirá para que Jack descubra seu caminho - e consequentemente “salve” a ilha (de um perigo não tão descortinado, porém envolvendo Claire e o False Locke que irão entrar no templo nos próximos episódios).

Ufa. Pausa para descontração. Toda a interação de Hugo com Jacob e com Jack são um alívio durante a tensão da trama. Só mesmo o gordinho para chamar Jacob de “dude”, apelidar o homem do tempo de “samurai” e agir como se fosse meganormal levar ordem de mortos. Endosso a campanha, se é que ela existe, para após maio de 2010 a ABC fazer um spin-off de Hugo & Suas Confusões, qualquer coisa cômica e tosca com este personagem que é uma das graças da série).

De volta à ilha, a ação ficou concentrada na cena do farol e no encontro Jin e Claire.

(1) “Como nunca vimos isso antes?”, pergunta Jack e todos os telespectadores ao mesmo tempo. E alguém duvida de alguma coisa dessa ilha, ora bolas? O inédito farol (a Lighthouse que dá título ao episódio) segue a mesma mitologia da semana passada, com cada número correspondendo a um nome. Lá no 23 vemos Jack - e quando Hugo está em processo de girar o farol para 108 graus (oh!), Jack vê naqueles espelhos uma parte de sua vida: a casa onde morou quando era guri. Hmm. Pena que foi destruído tão cedo, pois haveria histórias interessantes de outros losties escondidas ali. (Aliás, Kate está na lista sim: ela é o número 51.)

Tudo isso, então, foi um teste de Jacob, uma etapa necessária da prova ao qual ele submete Jack. Chupa, Locke, tu não é o único “especial”! Na conversa entre Jacob e Hugo, ficou claro que o desejo da expedição ao farol era mesmo provocar aquela reação no médico. Recolhido para reflexão em frente ao mar, será que ele irá “se dar conta” do que quer que seja que precisa fazer para cuidar da ilha e conseguir sua redenção, enfim?

(2) Claire e sua tenda rústica nos lembram a falecida Rosseau, ao mesmo tempo fragilizada pela perda do filho e embrutecida pela solidão de tantos anos na selva. Quando imaginaríamos a loirinha tão ágil no quesito sobrevivência, fazendo fogo e cuidando da ferida de Jin? E na mesma linha “a dor ensina a gemer”, ela pôs na cabeça - ou alguém pôs a ideia ali - que os homens do tempo são responsáveis pelo sequestro de Aaron. Após matar o inimigo, Claire então pergunta a Jin o que realmente aconteceu - e o coreano se fecha e desmente a história contada. Não seria mais fácil ter prosseguido com a verdade de que Kate levou Aaron para fora da ilha? Ou Kwon temia por sua própria vida? Vá saber.

De qualquer forma, quando Claire e “seu amigo” (!) entrarem no templo, será natural culpar o coreano por esse deslize, assim como é fácil assumir que o próprio Sayid se revelerá cúmplice de ambos, afinal ele está “infectado” também, segundo o samurai/Dogen.
Como vocês acham que será essa invasão ao templo? E de que forma isso irá impactar no destino dos losties nas realidades dentro e fora da ilha?

P.S.: Abram suas apostas para quem é a mãe de David, o filho de Jack. Meu palpite: Juliet!

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Postado por Camila Saccomori, às 11:11
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Uma resposta para “LOST: Episódio Lighthouse dá uma luz (ou não)”

  1. Douglas Luiz Maliska Pereira diz:
    24 de fevereiro de 2010 às 1:08 pm

    Oi Camila!

    Pois bem, me chamou atenção um negócio agora, nem tanto quem é a mãe do David, mas quando eu vi que o Jack é o 23, me bateu uma curiosidade e fui olhar os números do pessoal da ilha, veja o que encontrei nos últimos 2 episódios:

    8 - REYES
    15 - FORD
    16 - JARRAH
    23 - SHEPHARD
    42 - KWON
    52 - AUSTEN

    Sabemos que “os números” são 4, 8, 15, 16, 23 e 42… Acredito, então, que esses números sejam “os queridinhos” da ilha, ou melhor, possivelmente os “herdeiros” dela… resta descobrir quem é o 4! (Acredito que seja o Locke!), e vendo que o número da Kate é 52, podemos entender que ela é carta fora do baralho! O que tu pensas disso?

    Ah! Quanto ao David, eu achei ele muuuuuuito parecido com a Kate… apesar de ela estar fugindo… então, acabo ficando na dúvida… acho ele muito parecido com a Kate, mas é muito mais provável que seja, realmente, a Juliet! (Até porque ela é médica também e eles podem ter trabalhado no mesmo hospital, sei lá… enfim!)

    Abração!

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