“Da-da hi-ppie: Ressurrection Joe” (Plato Divorak)

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“Da-da hi-ppie: Ressurrection Joe”

Outro texto de Plato divorak

Sim, nós sugamos a sua informação, Joe...  E ela é benigna...  Eu estou escrevendo como Hendrix descendo de paraquedas...  Os beats e seus pseudo-filhos, os beatnicks  e todas as passeatas folks de 1963-64 já amorteciam: vem chumbo grosso por aí!! Com os direitos civis lésbicos na década de 70, uma lágrima foi derramada... Os meus “lysergic chaps” dos anos 80, hoje me lembram dos “Merry Pranksters” do vibrante e saudoso Ken Kesey... Ao volante do ônibus, o mais louco de todos: Neal Cassady. Toda aquela via acidentada entre os 50’s e os 60,s estão no livro O Teste do ácido do refresco elétrico do “magnata” Tom Wolfe...  O gênio e sua própria franqueza: aceitar o manicômio... a casa de Ken no alto da montanha, onde viviam sua mulher e os dois filhos. Os alto-falantes amarrados às árvores pintadas de verde & prata... O som? Twist, soul, jazz, rock and roll, biker pow... Tudo por volta de 1964!

A psicodelia apareceu num amanhecer gelatinoso… Só pode ter sido, e os prósperos efeitos podem ter sido causados por um “brother”... Robert Rozelle, um dos membros do grupo Love, já nos anos 70, disse; de Arthur Lee (falecido em 2010): “Em caminhadas, este cara com lentes ‘azul’ e ‘vermelha’ no estilo ‘chandelier’ (candelabro), me lembrava um prisma. Minha deusa, eu nunca tinha visto nada assim antes. Ele era um freak. Então eles começaram a tocar e eu nunca ouvi falarem algo sobre isto em minha vida”. Digamos que Arthur foi o primeiro hippie negro. Ele detestava tudo que era vulgar. Até tietagem massiva. Ele curtia um lance com putas solitárias. Em 1970, ele e Hendrix se encontraram e gravaram “Midnight sun”. Eu tinha este compacto. Paulada cósmica: “O sol da meia-noite está brilhando sobre a minha face de bebê”.

Outros aspectos da vida hippy estão nas letras de  Airplane, Incredible String Band (UK!) e alguns poucos outros. O Dylan sempre foi mais beat que hippy... Mas e daí... Adoramos igual.

Entendemos isto tudo imediatamente... “Que Deus se foda”, repetem todos elasticamente. Quem não dormiu no sleeping bag jamais acreditará que tudo é possível. Glastonbury Faire, Monterey, Woodstock, Cio da Terra, Águas Claras, Technicolor 14th Dream, Stamping Ground, etc... Quantos festivais com porrinholas nuas e almas santas com livros tão clássicos e díspares como Histoire d’O, de Pauline Reàge (aquela putinha...) e On the road do Jack Kerouac!!! (não não, o véinho é legal, não adianta vocês chorarem... Quanto mais católico, melhor!). Leiam Tristessa, finíssimo livro.

Bom além dos “Merry Pranksters” rolaram os “Diggers” (alimentavam boa parte dos hippies), “Free Clinic” (idem), e como para toda cura, há um mal, a “Morte do movimento hippie” que eu achei uma coisa “apenas simbólica, pequena”, mas que “conseguiram seu intento”, ali na esquina Haight com a Ashbury (no centro psych  de Los Angeles): o movimento começou a declinar e e a perseguição às drugs foi aumentando...

Agora, amigos peguem o que é bom e coloque os fones de ouvido...

 har har har... the moon – without Earth, Jimi Hendrix – Valley of Neptune, Eric Burdon & The New Animals – Winds of change, It’s a Beautiful Day – first, Hapshash & The Coloured Coat – Heavy metal kids, The Deviants – Ptoooff!!.

E deixe o ventinho entrar na janela, com papel celofane colado… prepare o ki-suco de groselha com cubos de gelo super cafajestes e paazz e amooorrr!.(Plato d.) 

 

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