2001: Jaguar(ibe) hora da onça beber água

 

Jaguar(ibe) hora da onça beber água

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"Para Mário Pacheco, abraço do ex-desafeto do Glauber" (Jaguar, 27 nov. / 2001).

 

1964

"Pif-Paf" revista criada por Millôr Fernandes em maio, um mês e meio depois do golpe militar. A publicação quinzenal em formato tablóide teve apenas oito edições e influenciou de forma marcante a imprensa brasileria de humor, cujo representante maior foi "O Pasquim", continuação do projeto iniciado com a "Pif-Paf", que por sua vez, era uma evolução da seção que Millôr manteve na revista "O Cruzeiro" por mais de dez anos.

— Em qualquer fase da minha vida profissional sempre me diverti muito - conta Millôr, discordando que, apesar de provocador, o "Pif-Paf" tenha sido criado como forma de resistência à ditadura. — Eu tinha saído de "O Cruzeiro. Estava desempregado. Só isso. Não estava fazendo nenhum ato de heroísmo. Eu queria sacanear os milicos e tudo o mais que estivesse pela frente.

Mas os milicos não quiseram saber. A revista, feita com sacrifício, um empréstimo contraído com o Banco Nacional e a ajuda de colaboradores (entre eles Jaguar, Ziraldo, Sérgio Porto, Rubem Braga e Antônio Maria) que não ganhavam um tostão pelo trabalho, foi fechada por ordem do regime militar.

Jaguar, ex-desafeto do Glauber...

— O Pasquim não brigou com Glauber, muito pelo contrário vetei um artigo em que ele dizia que Geisel era o maior estadista dos tempos modernos.  Telefonou dizendo que ia me dar um tiro.

(Jaguar).

— Como eu poderia pedir a cabeça do Glauber se eu nem tinha o número do telefone do jornal? Jaguar em nov. / 2001.


Jaguar entrevistando Serguei...

Serguei em entrevista gigante ao ‘Pasquim’ revelou a outro decano, o cartunista Jaguar, que não gosta de veado e que nunca teve crise existencial pois isso é coisa de viado.

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