Pesquisador abre acervo em livro sobre gênero do rock na década de 1980

Pesquisador abre acervo em livro sobre gênero do rock na década de 1980Mário Pazcheco passeava pelo Guará 2 quando encontrou o cantor Sting. A publicação 10.000 dias de rock será lançada neste sábado (5/3)

Gabriel de Sá

Publicação: 06/03/2014 08:39 Atualização: 06/03/2014 08:50


 

Mário Pazcheco lança o livro 10.000 Dias de Rock


Sting caminhava anonimamente pelas ruas do Guará 2, na segunda metade da década de 1980, quando foi percebido por um morador da cidade. “Ele estava acompanhado por um séquito de funcionários da Funai e vestido como um alpinista, com camisa de gola e bota de militar”, detalha Mário Pazcheco, a tal testemunha da visita insólita.

O rapaz correu para casa, pegou o álbum duplo Bring on the night e levou para o astro inglês assinar. Com o autógrafo em mãos, levantou o disco e mostrou para os passantes. Logo, um formigueiro tomou conta da QE 32. “Esse é o único da minha coleção que eu não empresto”, diz o sortudo admirador.

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Uma conversa com Mário Pazcheco é certeza de bons causos, como este. Fanzineiro, pesquisador e roadie — entre diversos outros ofícios exercidos ao longo dos anos —, Pazcheco reuniu algumas das histórias que viveu em Brasília no livro 10.000 dias de rock, a ser lançado no próximo sábado, em uma festa com apresentação das bandas Kábula, Barbarella e Rebel Shot Party.

Confira trechos do livro

“No Cruzeiro, meu primeiro contato com o som pesado"

1978. De Taguatinga para o Guará, no Distrito Federal, entre os amigos, eu divulgava os 1979. A eletricidade do Aborto Elétrico abre caminho e inspiração para várias bandas, que surgem nos colégios. Até então, grupo de rock com guitarra, só em revista e clipe de televisão. 

1980. O rock estava morto. A ordem das gravadoras era tocar banjo, gaita e rabeca. A Patrulha do Espaço (SP) e Tellah (DF) foram os primeiros grupos a lançar um LP independente de rock. Isto quer dizer que os discos não foram muito longe.

Em matéria de rock, remanescentes do meio musical dos anos 70, em atividade: Ligação Direta, Marciano Sodomita, Mel da Terra. Da música popular brasiliense: Rênio Quintas, Renato Matos, Toninho Maia, Beirão, Tonicesa Badu, Liga Tripa. Tudo, entre outros, claro. 

Porque poderia ser injusto: as banda dos 70s – A Brisa, A Margem, A Nata, Biscoito Celeste, Carênciafetiva, Grupo Saga (onde participou o falecido e glorioso ator Aloísio Batata [†]), O Bueiro, O Portal, Sol Noturno – que não conseguiram passar para a década de 80!


10.000 dias de rock

Sábado, a partir das 16h, na QE 40 do Guará 2. Shows com Rebel Shot Party, Kábula, Banda Rock Brasília e Barbarella. Entrada franca. Classificação indicativa livre. Informações: 8107-8902.

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Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: rafael moraes
Mário parabens, nesta época a gente era feliz e sabia. Estarei lá.| Denuncie |

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