A sessão de autógrafos de “Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico”

 Meus caros,

Estou enviando o informe deste lançamento para toda a minha lista de endereços eletrônicos. Faz tempo que não fazia isso.

É Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico, L&PM (200 páginas, R$ 34,90). Será na livraria Martins Fontes, Avenida Paulista 509, dia 03 de julho, quinta feira, a partir das 19 h. Acho que, desta vez, consegui escrever um ensaio bom. É sobre beats, rebeliões religiosas e poéticas, modernidade e tradição, os encontros do novo e do arcaico, mitologias, valor literário e muito mais.

Por isso, agradeço retransmissão e divulgação adicional; e, principalmente, leitura do livro.

A seguir, link com notícia do lançamento:

http://claudiowiller.wordpress.com/2014/06/19/a-sessao-de-autografos-de-os-rebeldes-geracao-beat-e-anarquismo-mistico/

Algumas observações adicionais:

http://claudiowiller.wordpress.com/2014/06/28/a-vitrine-beat-e-alguns-comentarios/

Um abraço,

 

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claudiowiller.wordpress.com

A sessão de autógrafos de “Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico” 

A sessão de autógrafos de “Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico”

Dia 03 de julho, quinta feira, na Livraria Martins Fontes. Agradeço retransmissão e demais modos de divulgação.

Dia 03 de julho, quinta feira, na Livraria Martins Fontes. Agradeço retransmissão e demais modos de divulgação.


Os rebeldes: Geração Beat e anarquismo místico é um guia de leitura para quem quiser saber mais sobre autores beat e seus antecessores. Trata de temas fascinantes, como as rebeliões religiosas e manifestações de anarquismo místico ao longo da história, e suas sincronias com a contracultura e rebeliões contemporâneas. O ponto de partida, a frase de Jack Kerouac em Visões de Cody. “Tudo me pertence, porque eu sou pobre”. É comparada a observações do historiador Norman Cohn sobre os anarquismos místicos medievais como o Espírito Livre: “a pobreza, propriamente observada, abolia todo pecado; daí seguia-se que os pobres podiam, por exemplo, fornicar sem pecado.” E mais: “uma expressão dessa atitude era ainda um erotismo promíscuo e misticamente colorido [...] pois para os ‘sutis em espírito’ a relação sexual não pode, em quaisquer circunstâncias, ser pecaminosa.”
Além desses paralelos de capítulos da história ainda pouco estudados com o pluralismo beat, o ensaio é sobre valor literário e substância filosófica em Allen Ginsberg, Michael McClure, Gregory Corso, Gary Snyder; em William Burroughs; e especialmente em Kerouac, autor ainda controvertido, apesar do crescimento da bibliografia sobre ele. É também sobre política; sobre a crítica beat, mostrando como Ginsberg e seus amigos anteciparam, lucidamente, temas de um debate contemporâneo. Daí o crescimento dos leitores e das edições, ensaios e adaptações, atestando sua importância.

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