Netinho: autografa o livro "Minha história ao lado das baquetas"

Netinho, Baterista de "Os Incríveis" e "Casa das Máquinas" no projeto O Autor na Praça

 

 Capa do livro
 
O projeto O Autor na Praça seguindo sua proposta de promover a inclusão cultural, por meio de uma programação que oferece o contato diferenciado com autores e artistas do cenário artístico nacional, recebeu no Espaço Plínio Marcos, Luiz Franco Thomaz, a lenda viva do rock brasileiro, o baterista Netinho integrante das Bandas “Os Incríveis” e “Casa das Máquinas”.
 
No evento o baterista, que já tocava rock’n’ roll bem antes do surgimento da Jovem Guarda,   autografou seu livro “Netinho - Minha História ao Lado das Baquetas”, lançado pela Editora Minuano e conversará com o publico num bate-papo descontraído e gostoso contando quando teve o primeiro contato com o ritmo ao badalar o sino de ferro de uma igreja, como se tivesse nas mãos baquetas de ferro. Eram os tempos de Itariri, no litoral de São Paulo, e ele não deixa escapar a associação premonitória contida no nome: na língua dos índios, “Ita” é pedra e “riri”, que rola. “Sou um Rolling Stone!”, diz Netinho. É mais que uma pedra rolante: é também punk e progressivo, como nos mostrou nos tempos do Joelho de Porco e da Casa das Máquinas, bandas até hoje impregnadas na memória afetiva dos que curtem a música pop brasileira.  

SERVIÇO:
 
Netinho, Minha história ao lado das baquetas – Algumas pessoas nascem com uma luz de tal magnitude, que nenhum contratempo interrompe de forma significativa sua trajetória. Netinho é um desses iluminados! Desde a infância na pequena Itariri, no extremo sul do litoral paulista, até sua explosão como ícone cultural – e porque não dizer, sexual! – nos anos 60/70, a história desse músico é recheada de coincidências felizes.  Assim, Luiz Franco Thomaz, o Netinho, tornou-se baterista por vocação e por sugestão de um amigo. De baquetas em punho, o intrépido menino se tornou homem a bordo do primeiro fenômeno pop que os anos 60 produziram: Os Incríveis ganharam o mundo muito antes da Jovem Guarda conquistar o país – foram tão (ou mais) famosos aqui quanto os próprios Beatles! Depois de Os Incríveis veio o lendário Casa das Máquinas, que até hoje figura nas listas das grandes bandas de rock progressivo do mundo. Já no limiar dos anos 80, Netinho esteve no auge do movimento Punk, fazendo parte da maior banda que a contracultura desse país viu nascer, o insuperável Joelho de Porco.  Viveu os dois lados da mesma moeda com tamanha intensidade, que jamais foi contestado com relação a legitimidade de qualquer movimento. Netinho respira música, faz parte dela! Netinho é música!   
 
Netinho: Minha história ao lado das baquetas - Editora Minuano - 194 págs. - R$ 39,90

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