ANTIMÁCULA: O CHÃO ESTÁ TREMENDO (2013)

Pressão e Peso: dimensões quase insuportáveis na luta contra o Sistema na visão de uma banda de rock

priscila

Foto de Priscila
Antimácula: metralhadoras apontadas para as cabeças em forma de guitarras
Sandroka, contrabaixo e voz; David Borges, bateria;  André Sardinha e Ronaldo Montalvão, guitarras

9 SET. / 2013 - Em formação de quinteto, o crossover Antimácula da cidade de Luziânia, lança seu baluarte de estreia: um CD com quatro faixas...
1 - Heroína / 2 - Lamento / 3 - Oh Dia / 4 - Cidade morta

Quatro canções crueis e mórbidas. Guitarras penetrantes como lâminas soltas na noite. Sua carta? A morte!
Notícias de hoje: suicídio do baixista Champignon. Causa mortis luta contra establishment!

De início, reconheci a introdução da primeira faixa: Heroína. Não vou me aprofundar sobre a letra e nem sob o efeito da droga abaixo da pele.

Blues desencantados e perdidos de A. C. Magalhães falando da primeira vez e como ele tentou uma segunda dose, remete ao texto da canção.

Antimácula me faz soar como menino do coro de domingo. Eu prefiro a heroína mascarada dos quadrinhos. Essa canção merece uma segunda estrofe. No entanto, é sobre a letra nada espiritual que o trabalho das guitarras duplas em nuvens talvez de tempestade e uma bateria escorando as paredes acelerando o vocal. Nos permitem enxergar o amadurecimento e o potencial da banda.

Tudo colado. Na sequencia Lamento carrega uma introdução poderosa de bateria e as várias vertentes das bases arrastadas doom metal. A luz do pico da equalização das guitarras  lá no talo,  pausa. Depois dos curtos graves, um sublime solo de guitarra apaixonante. Uma mulheres nua de sentimentos e talvez carente de atenção é a causa adolescente dessa música.

Nos mais nocivos dos dias perfeitos do cotidiano. As guitarras da Antimácula fazem a diferença. Seus vocais em português entram pela alma. Colidir e correr na cidade. Vamos de carona ao massacre, expectadores privilegiados das coisas da idade, mas eles são cinco homens a caminho da idade séria. Nesse momento embarco na viagem deles. Martelando a guitarra com as pontas dos dedos e desviando dos obstáculos. Rock'n'Roll a noite toda na estrada sem mudar a estação.

O som da guitarra solo é privilegiada por uma excelente mixagem. Posso estar pirando: sempre me encantei com esses solos. Lembram meu herói, Jeff Beck, posso estar pirando... Virei fã do Antimácula quando eles tocavam em praças e palco espremidos (ainda continuam nesse circuito). É reconfortante depois de anos, eles lançarem material novo tão reluzente. A quarta faixa Cidade Morta que pode estar bem próxima de você encerra o CD como um álbum conceitual. Estão de Parabéns!

Últimas! Estão compondo novas músicas.

Esses sons vocês podem conferir no myspace deles.

 

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