Violator entrevistado pelo Subversivo

 

Violator entrevistado pelo Subversivo

por: Amarildo 

A banda Violator tem apenas seis anos de idade, essa jovem banda brasiliense já possui um histórico considerável, mais até que muita banda que esta na estrada há mais tempo. Coleciona boas criticas de seus álbuns, já fizeram três turnês internacionais, América do Sul, Japão e Europa, já foram assediados pela   poderosa Earache Records. O Violator já se torna grande e só não é maior em detrimento da desprenteção de seus integrantes para com o “sucesso” iminente. As conquistas da banda vem através do carisma que possuem perante a seu publico que só cresce e do som honesto e enérgico, executado com paixão por seus integrantes,. Apesar de não ser um apreciador do estilo Thrash é inegável que são muito bons no que fazem. Representado aqui por seu baixista e vocalista Pedro Poney confira a entrevista.

Saudações Pedro. Queria começar perguntando sobre as recentes apresentações da banda na Europa e Japão. Você poderia comentar esses shows? Reação do publico, as bandas com quem dividiram o palco, e como surgiram os convites pra se apresentarem por lá?

Fala Amarildo, antes deixa eu te agradecer por essa entrevista, pelo interesse e pelo espaço. Obrigado. Então, foram 5 shows excelentes, 3 na Europa e dois no Japão. Um rolê em dezembro, o outro em fevereiro. Ambos compartilham da insanidade de dois caras que escreveram pra gente e perguntaram o que precisávamos para fazer uma viagem até os países deles. A gente respondeu “se você mandar o dinheiro das passagens, der comida e arrumar um lugar pra ficar, a gente está aí”. E assim aconteceu. Tocamos na Europa com o Tankard, mas o destaque pra mim mesmo foram o Strong as Tem e o Sock Troopers, excelentes bandas. No Japão, tivemos o prazer de dividir o palco com inúmeras excelentes bandas, a começar pelo Hirax, guiados pelo Katon, o cara que urina carisma. E aí tocamos com Rose Rose, Fastkill, Abigail, King’s Evil e uma porrada de bandas boas. Todos os shows estavam bem cheios e foram bastante animados. Conhecemos inúmeros lugares diferentes, comemos boa comida (nem sempre!), aprendemos um pouco mais sobre outros lugares, culturas e costumes e de alguma maneira conseguimos fortalecer um pouco essa rede de amigos subterrânea e internacional que a gente ama tanto e chama de underground.

Resumindo, foi foda. E sobre a Tour Sul Americana, em quantos paises vocês tocaram? E a diferença do publico vizinho ao nosso é muito grande?

Foram 9 países, 48 shows e quase 5 meses de rock, num total de 26,5 dias direto dentro de ônibus, trens, táxis e aviões. Por mais diferenças que possam haver entre culturas, quando se trata de stage dives, circle pits e balançar a cabeça freneticamente ao som de música rápida as coisas são bastante parecidas. Não se trata de uma homogenização, eu prefiro ver como a identificação das pessoas com essa cultura do thrash e do underground está acima de qualquer identidade nacional. O que é ótimo, pois nós sempre tivemos uma visão bastante internacionalista da cena, já tocamos com pessoas de três países diferentes (o batera é chileno e o Juan é mexicano/argentino) e sempre acreditamos que o sentimento de nação pode ser um grande muro, uma grande prisão. Underground é sobre quebrar muros, pelo menos foi sempre assim que entendi.

Leia a entrevista completa  www.osubversivozine.com

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