No Class! – Sem interesses comerciais e sexuais (2005)

NOVEMBRO/DEZEMBRO, 2005 • NO CLASS! – SEM INTERESSES COMERCIAIS E SEXUAIS

Preliminares – Salve, warriors! Aqui lhes trago o último No Class do ano – que passou rápido demais... –, com um “presentinho de Natal”: duas entrevistas, a primeira com Bywar (SP), e a outra com a estreante Acid Blood. Estas duas bandas foram algumas das atrações do Thrash Or Be Thrashed Festival,que foi um dos shows mais destruidores do ano, e que fecha 2005 em alto estilo! Espero que vocês tenham curtido este zine ao longo do ano, e que ele continue prestando serviço à cena em 2006. No mais, um grande abraço. Feliz Ano Novo, tudo de bom, e muito metal pra vocês!

News, news, news...
• Rodrigo deixa o posto de baterista da Winds Of Creation. A banda procura um novo integrante.
• Além da Acid Blood, Brasília ganha outra banda de thrash metal: Slaver. Os meninos estão ensaiando e começarão a fazer shows no início de 2006. Muita sorte nessa empreitada, e sucesso! Thrash rules!
• No dia 18 de dezembro, teremos mais uma edição do Feliz Metal, desta vez com as bandas Nine Funeral, Dark Ages, Mortaldread, Winds Of Creation, Abhorrent e Death Slam. Local: Recanto do Nordeste (Ceilândia), às 15h.
• A banda Krisiun nos dará o ar de sua graça outra vez no dia 11 de dezembro. Local: Pirâmide Show (Pistão Sul-Taguatinga). Às 18h. Participação das bandas Claustrofobia (SP), Absolute Disgrace (MG) e Amonicide – DF.
• Para quem ainda não sabe: o Programa Metal Blood está na 102,5 FM das 16 às 18h.

Enquanto isso, nos anos 80...
• 1980, dezembro – Os três membros remanescentes do Led Zeppelin – Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones – anunciam que a banda não poderia continuar sem John Bonham.
• 1984, 8 de dezembro – O baterista do Hanoi Rocks, Razie, é atropelado por Vince Neil – vocalista do Motley Crüe –, e morre.
31 de dezembro – Rick Allen, baterista do Def Leppard, perde o braço em acidente de carro.
Celtic Frost lança o álbum To Mega Therion.

Debut da edição
Eis que o cenário brasiliense ganha mais uma banda de thrash metal: Acid Blood. É claro que não poderia perder a oportunidade de entrevistá-los, pois além de ser uma banda que promete dar o que falar ela tem na sua formação pessoas muito queridas e guerreiras underground... Vamos ouvir as palavras desses sublimes rapazes.

Conte-nos a história do Acid Blood.
Téo
– A banda surgiu com a ideia de fazer um thrash metal das antigas. Ela se estabilizou com Jarbas Caveira da Força, vocal; Mael Massacre, guitarra; Guilherme Hell’s Fire, baixo; e Téo Maniac Butcher, bateria. Nossas maiores influências vêm tanto de bandas da Bay Area – Dark Angel, Violence, Slayer, Exodus. Nuclear Assault – como das alemãs – Destruction, Kreator, Assassin, Sodom, Holy Moses – mas também das nacionais – MX, Mutilator, Extermínio, Anthares, Holocausto, Acid Storm. A banda procura continuar o trabalho das grandes precursoras do thrash metal, não trazendo modismos, e sendo contra os posers.
E a demo?
– Pretendemos lançar uma fita demo, que possivelmente levará o nome de Thrash Squad Attack, e contará com cinco faixas – mais um cover do Kreator, “Flag Of Hate”.
Os títulos são: “Thrash Squad Attack”, “Nuclear Holocaust”, “The Sacrilege Of Violence”. Será independente.
Muitas dificuldades?
– A banda tem muita dificuldade com relação à divulgação, pois não há apoio de produtores em Brasília, e o público que se diz headbanguer não participa indo a shows, não interage com bandas iniciantes, e até mesmo nem com as grandes bandas.
Qual a opinião de vocês sobre a cena atual?
– A cena está muito estigmatizada, aparecendo muitos que se dizem “verdadeiros”... mas que não contribuem em nada para a cena. Trazem mesmo são preconceitos e divisões entre metal, hardcore e punk. O que vale hoje em dia é a participação dos verdadeiros headbanguers, ao prestigiarem as bandas iniciantes e as grandes daqui. Acreditamos na união de todas as galeras.
Qual a sua opinião sobre a suposta “volta”
para nós, ele nunca se foi... do thrash oitentista?
– Depende. Se for das bandas dos 80s, o interesse maior é o dinheiro, ou desbancar as bandas atuais. Em relação às atuais, elas estão em busca da verdadeira essência da velha escola, e conseguem atingir bons resultados, como este de produzir o novo álbum – com Farscape, Blasthrash, Violator, Bywar, Toxic Holocaust.
Meus amigos, muito obrigada pela entrevista. Desejo toda sorte do mundo para vocês, e muito sucesso nessa empreitada. Continuem lutando pela cena e pelo thrash!
– Gostaríamos de agradecer a Fellipe CDC, Violator – Pedro Capaça, Juan Coragem, Pedro Poney e David –, Rolldão, thrashers da Samambaia, nosso ajudante Marcos Black Fire, Zeca Coveiro, Eternal Devastation, à nossa grande Michelle, pela paciência – N.R.: E como, hein? Hahaha... –, e à banda Expulser, Flávio, Anthares, Gino e Pulverizing, ao pessoal de Águas Lindas e de Águas Claras – Slaver –, à Valhalla, Taynara, Sugão e Gordo, e também importantíssimo aos que deixamos de citar, nossa correria e desatenção, que tanto fortalecem a cena. “Nós somos os mutiladores de piratas! Total fuckin’ thrash with the chairsaw. Massacre!”

Banda desta edição: Bywar (SP)
Bywar é um dos maiores representantes do thrash metal brasileiro. Formada em 1997 – numa época em que a cena estava mais propícia para as bandas de death e black metal, e após passar por várias provações –, a banda acaba de lançar o seu segundo álbum, o excelente Herectic Signs. Desse modo provam que o thrash metal está mais vivo do que nunca – nós os amantes sempre soubemos disso, é claro! Aproveitando a passagem da banda por Brasília, para divulgar o seu novo CD, conversei com esses thrashers, e eles falaram sobre dificuldades, lançamentos, preferências e outros assuntos. Thrash attacks!!Confiram!!

Saudações Adriano e guerreiros da Bywar! É uma grande honra tê-los nas páginas do No Class; ainda mais que são uma das bandas nacionais que mais admiro. Sejam muito bem-vindos!
Renan Roveran
– Salve! Michelle e leitores do No Class Zine, a honra é nossa em fazer parte desta entrevista. De banger para banger. Obrigado pela oportunidade.
Adriano Perfetto
– Saudações headbanguers! Para nós é um imenso prazer participar desta entrevista. Valeu!
A banda foi formada no início de 1997, e no mesmo ano lançou a fita demo ‘The Evil’s Attack/97’. Por favor, comentem sobre essa demo.
Perfetto – Sim... gravamos essa fita demo no início de 1997. No começo, muita gente torceu o nariz – risos... –, pois acharam que éramos muito "retrôs". Na época, o que havia de mais comum era o death/black metal. Mas nós estávamos cientes do que realmente desejávamos, e o que nós queríamos era tocar thrash das antigas. Nós não ligamos pra crítica alguma. A qualidade da fita demo não é muito boa, foram gravados quatro sons, mas foi feita com grande empenho e amor pelo metal. Eu particularmente gosto muito da última música, “Faith Of The Masked Messiah”.
Em 2002, vocês lançaram o álbum ‘Invincible War’, pela Hate Storm Records. Lembro-me dos anúncios na Rock Brigade e devo dizer que gosto muito desse trabalho, pois é um thrash metal puro, sem enrolação. Gostaria que falassem sobre ele, gravações, repercussão, imprevistos...
Perfetto – Lembro-me de termos entrado no estúdio no final de 2001. Com grande esforço, juntamos um dinheiro para pagar a gravação. Nós tínhamos poucas horas para gravar as sete músicas. Mas acabou tudodandocerto, não houve imprevistos. Pelo contrário, no final das gravações, recebemos o convite da Hate Storm para sermos a banda de estreia do selo. Para nós, veio a calhar, pois teríamos que juntar mais dinheiro para pagar a prensagem, caso lançássemos o CD de forma independente. Então a Hate Storm cuidou de tudo, prensagem, capa etc. Algo que nos deixou muito tranquilos, para nos concentrarmos apenas nos shows de divulgação. Após o trabalho lançado, nos surpreendemos com a repercussão. Muita gente falou bem, inclusive na Europa, mercado que realmente queríamos atingir. Ficamos muito honrados em saber que o nosso trabalho, que realmente foi feito com suór e sangue, teve uma ótima repercussão. Ele foi feito única e exclusivamente para os fãs de thrash metal.
Vocês chegaram a participar de uma compilação feita por um sítio alemão chamada ‘Thrash Till Death’. Fale-nos sobre a sua participação na empreitada.
Perfetto
– Putz, isso foi algo muito louco que aconteceu... Somos muito amigos dos caras da Witchburner – banda alemã de thrash – e os caras piraram no nosso CD. Assim como nós também adoramos o CD dos caras. Nessa rolaram altos contatos. Foi aí que eles nos convidaram para participar com um som na Thrash Till Death, uma coletânea que seria lançada automaticamente no Wacken Festival, 2003. Sem dúvida, esse foi um grande acontecimento na época da divulgação do Invincible War.
Há pouco vocês lançaram o segundo inteiro
‘Heretic Signs’ pela Kill Again Records. Se não estou enganada, este trabalho demorou muito para sair, pois tiveram problemas com outros selos. Por gentileza, comente sobre essa fase, como se deu a grande parceria com a Kill Again, e como está a repercussão do álbum.
Roveran
– Michelle, tivemos alguns imprevistos com relação ao lançamento do CD Heretic Signs, que deveria ter saído pela gravadora Hate Storm Records, entre o fim de 2003 e o começo de 2004. Porém ela abriu falência no período em que deveria ocorrer o lançamento. Tínhamos o CD pronto, mas não tínhamos o selo para lançá-lo.
Assinamos contrato com a Mega Hard Records. Dois contratos, para ser mais preciso. Infelizmente, nós tivemos prejuízo moral e financeiro, e muita dor de cabeça, por termos tentado trabalhar honestamente com o sujeito chamado Márcio, o dono desse selo de merda. Esse fato nos atrasou por mais de meio ano, fora o tempo perdido com a Hate Storm. Não somos a única banda a ter tido problemas com o Márcio e a Mega Hard. Infelizmente nós headbanguers e músicos acabamos por nos deparar com gente desse nível, para prejudicarem ainda mais a nós e a quem mais deseja fazer algo em nome do metal neste país.
Depois de algum tempo, em meio a todos esses problemas, encontramos os irmãos da banda Violator e expusemos tudo o que nos havia ocorrido. Eles relataram ao Antônio Rolldão, pois, como todos sabem, a Violator é lançamento da Kill Again Records. O contrato foi rompido, e em pouco tempo fechamos tudo. O CD já estava saindo, e exatamente como deveria ter sido desde o princípio. O Rolldão é terrível! (Concordo plenamente...)
Kill Again relançou o primeiro álbum de vocês numa dobradinha com a banda Violator ‘Invincible War’. Além das músicas do debut, vocês contribuíram com ‘Metalized Blood’ cover da banda Desaster , na qual tiveram a participação de Sataniac. Conte-nos como se deu a ideia do meio a meio e como foi gravar com Sataniac.
Perfetto – A ideia da parceria foi do Antônio Rolldão da Kill Again Records. Ele quis lançar as duas bandas de uma vez só. O resultado foi ótimo, e nós também sempre imaginávamos um trabalho nosso numa parceria um dia, como as bandas dos 80s faziam. Além de estarmos ao lado de uma das melhores bandas de thrash metal nacional, que é a Violator. Já o som do Desaster era algo que pensávamos em fazer na época do Invincible War. A gravação de “Metalized Blood” foi na mesma época do show do Desaster. Como tínhamos contato com os caras, foi fácil fazer o convite ao Sataniac, e ele aceitou na hora. Tomamos várias cervejas, demos muitas risadas, e gravamos o som.
Na opinião de vocês, como está o atual cenário thrash, e a cena como um todo? Pelo que vejo, há uma boa interação entre thrashers a nível nacional...
Roveran – Estou muito otimista como cenário Underground como um todo, e principalmente com relação ao thrash metal. Com certeza, o surgimento de ótimas bandas e a união de headbanguers de todo o país tem crescido bastante. Concordo com as pessoas que afirmam que junto desta ascensão também surgem os oportunistas e os modistas. Porém, quanto mais forte e maior o nosso cenário, maiores serão as oportunidades para as bandas, e para o nome do metal do país crescer. Até mesmo nos tão aclamados 80s houve o surgimento de modismos, que pegaram até pessoas que seguiam certo tipo de influência musical do metal no embalo, mas isso é normal. Acredito que uma seleção natural sempre acontece, e aí somente os fiéis ao nome do metal prevalecem.
E as apresentações? Têm tocado com frequência? Quais foram os melhores momentos da banda até hoje?
Perfetto – Fizemos grandes apresentações ao longo dos anos, desde os primórdios do Evil’s Attack até os dias de hoje. Dentre elas, destaco os shows de abertura para a Exodus, em Assunción (PAR) e Cascavel (PR). Também a do Setembro Negro Festival, que foi um show em Presidente Prudente, desta vez com os Ratos de Porão. Depois abrimos para a Brutal Devastation, em Belo Horizonte. Dias atrás, estávamos no Rio de Janeiro, e abrimos para o Desaster. Houve outros shows de menores proporções, mas que também foram totalmente destruidores por parte dos headbanguers!
Roveran – Não fizemos tantas apresentações nos últimos meses, porém fizemos algumas das mais importantes da história da Bywar. Neste segundo semestre de 2005, tocamos com a Violator, em Sorocaba e Santo André, SP. Foi muito bom dividir o palco com esses grandes irmãos. Tocamos no programa apresentado na All TV chamado Stay Heavy. Tocamos com a Desaster no Rio de Janeiro. E tocamos com a Napalm Death dia 29 de outubro em Santo André. Mas com certeza até agora o show mais marcante foi mesmo o de Belo Horizonte – MG, o Sexto Brutal Devastation. Foi simplesmente matador. Uma grande produção superbem feita e elaborada, equipamento de primeira, e um público insano de mil e quinhentos headbanguers. Sem contar as ótimas bandas com quem dividimos o palco, como as Uneartly, Disgrace & Terror, Mortifer Rage, Pathologic Noise, dentre outras, além das veteranas Chakal e Witchhammer. As nossas apresentações foram muito bem criticadas. E tivemos a honra e a sorte de ser a primeira banda de thrash/speed metal a participar deste evento de bandas de death e black metal, dentre as mais de sessenta bandas que já tocaram nas diversas edições do Festival. Novos shows igualmente importantes também acontecerão. Alguns estão ainda para confirmar. Mas tocaremos no Centro-Oeste com a Violator e a Eternal Devastation; em Campinas, com as Clenched Fist, Nosferatu, Denim & Leather e Prepared To Kill. E estamos para fechar uma data em Sorocaba, para tocarmos com a Krisiun e a Vulcano.
O que vocês costumam ouvir em casa? Quais bandas Underground vocês mais gostam?
Roveran – Algo que nós da Bywar temos em comum é não somente curtimos bandas de speed, thrash e heavy metal dos 80s, mas também muitas bandas de metal e hard rock dos 70s. Somos muito influenciados pelas bandas que até consideramos serem a nossa mais forte raiz. Falo da Black Sabbath, e de Rush, Jethro Tull, Nazareth, Scorpions, Uriah Heep, dentre muitas outras. Talvez este seja o motivo de compormos um material de alguma maneira semelhante ao que era feito nos grandiosos idos dos 80s, pois para os músicos daquela época os ídolos vinham das primordiais bandas dos 70s. Creio que haja uma relação nisso. Mas é obvio que os petardos do speed/thrash metal são os que mais nos motivam a nos mantermos em nossa linhagem de som, as que mais curtimos. Eu particularmente fui criado numa família onde isto estava muito presente. Além do metal, é claro. Mas as minhas influências vêm até do metal mais extremo. Citarei algumas bandas que não passo muito tempo sem ouvir: Black Sabbath, Grave Digger, Artillery, Violence, Destruction, Metal Church, Coroner, Razor, Testament, Deathrow, dentre inúmeras outras. Apesar de que, ultimamente, tenho ouvido sem parar os plays das bandas de thrash death do nosso país, tais como as Farscape, Blasthrash, Violator, KillingGround, Hippie Hunter, Disgrace & Terror, e outras...
Pelo que vi no sítio oficial de vocês, no final do ano, entrarão em estúdio para a gravação do terceiro petardo. Há alguma coisa que possa nos adiantar sobre ele?
Roveran
– Na verdade, essa data mudou para janeiro, mas está certo. Bom, este disco deverá se chamar Twelve Devil’s Graveyards, título que se refere especialmente a doze pontos determinados de nosso planeta, onde fatores paranormais e fenômenos ligados a ocorrências espirituais e UFOs acontecem com frequência. Existem vários casos sem explicação. Um exemplo destes pontos é o famoso Triângulo das Bermudas. Escolhemos este título pois o álbum deverá conter doze faixas. Sem contar a faixa bônus! Uma delas comenta o assunto. E, é claro, há uma certa jogada subliminar em tudo isso. Compusemos as músicas num período de dificuldades, por isso o nosso sentimento de fúria, mágoa. Mas acima de tudo somos movidos pela paixão pelo metal, que resultou e resulta em sons mais fortes e agressivos do que nos álbuns anteriores. Todo o sentimento de cada um de nós está em nossas músicas, sempre, e o resultado disso é o nosso thrash metal.
Guerreiros, muitíssimo obrigada pela participação da banda neste zine. Eu e a cena daqui aguardamos a próxima vinda de vocês
esperamos que não demore! –, e desejamos muito sucesso e tudo de bom para vocês. Continuem honrando este estilo maravilhosamente autêntico, o thrash metal com todas as forças. As suas considerações finais!
Roveran
– Obrigado mais uma vez, Michelle, e a todos do No Class Zine. Ficamos realmente orgulhosos com o trabalho de pessoas como vocês, verdadeiros headbanguers que lutam pelo metal no nosso imenso país. Obrigado também aos leitores e irmãos de todo o Brasil. Valeu!
Perfetto
– Valeu mesmo. Obrigado pela oportunidade. Valeu Michelle, valeu galera do No Class. E valeu aos headbanguers do Distrito Federal!!
Contato: facebook.com/bywarthrashers

Resenha
Winds Of Creation
Septem
Confesso que estava ansiosíssima pelo lançamento deste álbum. Mas valeu a pena. Nele a banda mostra a que veio – com seu death metal clássico, muito bem trabalhado, com riffs marcantes, e o baixo sempre presente de Adriano. As letras em inglês falam sobre Apocalipse e a destruição do mundo. Encarte com fotos e letras das músicas. Uma capinha simples, mas legal. Álbum lançado de forma independente, e que não deve nada aos lançados pelos selos conhecidos. Não perca tempo... pegue o seu logo, garanto que não se arrependerá. Sucesso e longa vida a uma das principais bandas do Distrito Federal!

Thanks – Fellipe CDC; Quinteto do Mal – Camila, Jeanete, Fabrícia, Ângela; Misahell Belzebu; Robson, Abhorrent; Eduardo, my sweetface; Thiago Jedi, te adoro duas vezes mais!; Ariadne Tonoli, SP; Antônio Rolldão e Metal Blood Magazine; Márcio Baraldi, cartunista da Rock Brigade; Galera P SUL, Evil never dies!; Alessandra, Valhalla; Itazil Jr., Flashover; Adriano Utsch, Winds Of Creation; Fábio Frajola, Seconds Of Noise; Ricardo Tino, Eternal Devastation; Renan Roveran e Adriano Perfetto, Bywar; Téo Maniac Butcher, Acid Blood; Pedro Poney e Violator; Danniel e Slaver; Samambathrashers; Bayano e Lixo Tóxico; Adélcio Santana, Death Slam; Juliano e Fúria Urbana Zine; Thales Zago; Tate e Alice, Silente; Kleber e Sepulcro Zine; Ingrid e galera de Planaltina; Francisco Holanda; e a vocês guerreiros do Underground!

Somos Headbanguers – Somos invencíveis!!

 

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