DAMINHÃO EXPERIENÇA & GREG LAKE: A passagem desses grandes seres marca a história-vida do Mundo e do planeta Lamma de brilhante genialidade!

Morre Experiença, cult e "maldita" da música brasileira
Aos 81 anos, cultuado músico vivia vagando pelas ruas de Ipanema

FONTE: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/musica/noticia/2016/12/13/morre-daminhao-experienca-icone-cult-e-maldito-da-musica-brasileira-263441.php

 

daminhao
Daminhão Experiença gravou entre 28 e 36 álbuns de forma completamente independente / Foto: Reprodução/ Internet
 
 
GGabriel Albuquerque


13 dez. / 2016 - Morreu no último sábado, supostamente aos 81 anos (sua biografia e discografia ainda são cheias de enigmas), o cantor e compositor Daminhão Experiença. Ele foi sepultado nessa segunda-feira, no Cemitério São João Batista. Consta que acompanhado só por uma vizinha e um único fã.

Figura arredia que sempre evitou os holofotes, Daminhão vivia como uma espécie de artista-mendigo vagando pelas ruas de Ipanema, onde morava em um apartamento atolado de tralha acumulada. Uma espécie de Arthur Bispo do Rosário da música brasileira. Contudo, Daminhão ostentava uma discografia que pode estar entre 28 e 36 álbuns, todos vendidos por ele mesmo, na rua, pois nunca assinou contrato com gravadora. Os LPs se tornaram raridades e atualmente só são encontradas em sebos por, no mínimo, R$ 200.

CONTRACULTURA
Ao longo da "carreira", teve diversas fases. Da sonoridade acústica, com violão e gaita e cantos numa língua inventada de álbuns como Planeta Lamma (1974) até o blues rock psicodélico e funkeado de meados dos anos 1980, presente em faixas como "Eu Gosto da Ditadura" e "Eu Nasci Pra Ser Sustentado Por Mulher Bonita" (do álbum Cemitério Nazista II), "O Mar" (de Cemitério Nazismo) e "Eu Gosto de Apanhar de Mulher" (Guerrilheiro Do Planeta Lamma, 1992)

A poética delirante de Daminhão abraçava de tudo no contexto da contracultura pós-hippie, proto-punk. Declarava-se nazista e judeu. Numa rara entrevista, ao jornal O Globo no ano passado, ele afirmava: "Eu gosto de tudo no mundo, do bom e do ruim. Adolf Hitler, Getúlio [Vargas], Bocage, temos que respeitar todos eles porque fizeram parte da História. Eu gosto de ir para onde o destino me leva".

Ainda que obscuro, Daminhão, assim como Tantão (vocalista da banda Black Future) foi influência seminal do cenário underground, particularmente no Rio de Janeiro.

Num artigo de 2010, o músico Rogério Skylab traça uma análise comparativa do conceito de mangue de Daminhão e de Chico Science. Ele escreve: “O mundo de Damião é tão subjetivo, que está longe de qualquer inserção ao mundo moderno. Em seu livro, que se repete em suas músicas, suas afirmações contra o aborto e contra a nova igreja (teologia da libertação) estão na contramão da história. Poderia-se mesmo, diante desse anacronismo, construir-se um mundo reacionário, anti-moderno, não fosse a sua linguagem de bas-fond, cheia de palavrões e sexo. Impossível um discurso lógico em sua fala, ao contrário do Mangue Beat. É aí que talvez pudéssemos aproximá-lo a Bispo do Rosário com sua técnica de assemblage e seu amor à taxonomia”.

Taxonomia: substantivo feminino
1. ciência ou técnica de classificação.
2. bio ciência que lida com a descrição, identificação e classificação dos organismos, individualmente ou em grupo, quer englobando todos os grupos (biotaxonomia), quer se especializando em algum deles, como ocorre no caso da fitotaxonomia e da zootaxonomia.

 

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NEWSWIRE

R.I.P. Greg Lake of Emerson, Lake & Palmer

By Sam Barsanti@sambarsanti>

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Greg Lake in 1972 (Photo: Getty Images, Michael Putland)

8 dez. / 2016 - The BBC has confirmed that Greg Lake, founding member of iconic prog rock bands Emerson, Lake & Palmer and King Crimson, has died. According to his manager, he had been undergoing “a long and stubborn battle with cancer.” Lake was 69.

Lake was born in England in 1947, and he began learning how to play guitar when he was 12. After taking lessons for a while, though, he decided to quit when he realized his instructor wasn’t going to teach him any rock ’n’ roll songs. He started playing in small-time bands in the area and eventually met Robert Fripp, who was from the same town as him and asked Lake to be the singer and bassist for a new band he was putting together.

That band was King Crimson, and after losing the original producer for the group’s debut album, Lake stepped forward and produced it himself. The album—1969’s In The Court Of The Crimson King—received critical and commercial acclaim, prompting a pair of United Kingdom and United States tours.

While touring behind In The Court Of The Crimson King, Lake befriended Keith Emerson, the keyboardist for opening act The Nice, and the two decided to start their own band together. Along with drummer Carl Palmer, they formed prog rock supergroup Emerson, Lake & Palmer. As Rolling Stone notes, the band was a “near-instant hit,” and all of the albums it put out in the ‘70s went gold in the United States.

Lake pursued a solo career after Emerson, Lake & Palmer broke up in 1979, but he reunited with the other two guys in the ‘90s and played with them live for the last time in 2010 at London’s High Voltage festival. In 2015, Drive-By Truckers covered his solo song “I Believe In Father Christmas” for The A.V. Club.

Lake’s death comes only a few months after the death of bandmate Keith Emerson, who died in March.

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