APOKALYPSIS LANÇA O CD 'HUM MIL NOVECENTOS E SETENTA E QUATRO' (2009)

apoAPOKALYPSIS LANÇA O   CD 'HUM MIL NOVECENTOS E SETENTA E QUATRO'  

LOVE SUPREME, 140 X 150 cm - acrilica s/ tela -  © 1974/2009 Antonio Peticov
Capa do CD “1974” do APOKALYPSIS
 
Domingo, oito de novembro de 2009, duas e meia da tarde:
Da mítica Capital Federal, desse país de sonhadores chamado Brasil, chega esse e-mail de um dos amigos virtuais mais reais que eu tenho. E me questiona sobre pazciência, a ciência da Paz, a paz do dito cujo Mário Pa(z)checo, maluco-beleza-visionário do Planalto Central, rockeiro brasileiro da gema. Curioso é que eu sempre tive essa ligação atávica com Brasília, a Nova Terra Prometida, o Novo Éden do Terceiro Milênio. Essa e outras Revelações perfazem a missão do APOKALYPSIS iniciada há trinta e cinco anos atrás, em 1974. Coisa visceral, daquelas que te obrigam, que te instigam, que te inspiram, emocionam e transtornam. Escrever o quê? Quantas vezes já me questionei quanto a essa Missão de revelar o óbvio esquecido e cada vez mais necessário para a sobrevivência da Raça Humana, obra-prima de Deus de uma semana e que pode desaparecer num átimo da Eternidade e nunca, nunca mais existir. Nossos “líderes” são máquinas registradoras do capitalismo fálido: suas contas só não registram o elemento humano, a mão-de-obra, a mão-da-arte, a mão-da-vida, os Filhos de Deus. Pra quem eles fazem essas contas? Pros ETs? Pras rochas filosofarem? Enfim, tudo menos dar murro em ponta de faca, deixa eles, deixa quieto. Os que importam somos nós, os Homens Comuns, gente que tem Fé e Esperança. Primeira e, talvez, última obra fonográfica do APOKALYPSIS, sou como um tigre, uma onça pintada, marcando território com CDs cult/artesanais que surprendem a todos pela originalidade e qualidade do conteúdo. É brothers and sisters, o APOKALYPSIS existiu, sobrevive ofegante comigo, com a Silvia Helena e deixa um legado de raça e coragem. Meninos tocando como gente grande, quebrando tudo, mandando ver! Naqueles anos setenta, tempos de desafios, de guerrilha cultural, de “porrada e rock’n’roll” como escreveu meu parceiro/irmão Nico Queiroz, quem não tocava, não tocava, não subia no palco, não tinha fãs. E a maioria dos rockeiros brasileiros, além da “cara de bandido” cantada pela mutante Rita Lee, era autodidata. Então cada banda, cada “conja” como dizia meu também parceiro Arnaldo Baptista, conseguia uma sonoridade única, viajante e emocionante. É gente, muito “sex, drugs and rock’n’roll” e o “APOKA”, como era carinhosamente chamado pelos companheiros músicos e simpatizantes, quase caretão, viajava e botava todo mundo pra viajar no som, na música. Quer mais Pazchecão? Aguarde mais um pouco e ouça o cd “1974”, tá na bica!


Zé BRasil, fundador, compositor, cantor, baterista e produtor fonográfico do APOKALYPSIS

 

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