2004: DOIS MIL E QUATRO

allan dois

No Allan Williams, no Hamburg. No Hamburg, no Beatles. The Beatles’ first manager. Photo from 2004: At left Mark Lewisohn.

Dois mil e quatro
compilado por Mário Pazcheco

16 janeiro

   2004. O ano do macaco, de Dalí, de Renato Russo. 3 anos da partida do saudoso Cécé, guitarrista do Extremo, do Liberdade Condicional e do ALÉM. Teremos o prazer de inaugurar a seção mp3 com trabalhos respectivos dessas bandas. Do arquivo de Ricardo Lima, em Porto Seguro/BA, recuperamos fitas e fotos. Este ano também será a hora e a vez do pintor Paulo Iolovitch, cujo DVD Paulo Iolovitch, o pintor de entrequadras, produzido por nós, aguarda a hora e o local para futura exibição...

   A fechadura disse:
   — Mil fotos e mil textos em todas as gavetas.
   — Passe o mouse nas carinhas da página de entrada e leia os textos novos!

   David Bowie passa por uma cirurgia cardíaca da emergência em 2004.

   Irmão de Hendrix fora dos negócios

   This is the newest round in a battle that began in 2004, when a judge shut Leon Hendrix out of the family business.
   Leon Hendrix foi determinava que ele não tinha conseguido provar que a sua irmã adotiva, Janie Hendrix, havia injustamente influenciado seu pai para que o retirasse do testamento.

   16 janeiro

   The Pastels desbarva o pop da escócia/Psicodelia punk ressurge com Telescopes - Folha de S. Paulo

   Cabruêra lança o CD Samba da Minha Terra.

   É criado o selo Transfusão Noise sua pretensão inicial de colocar as bandas da Baixada Fluminense no mapa, até que, em algum momento, Lê Almeida percebeu que muito mais gente nesse mundo deseja que sua falta de voz seja ouvida.

2004

   19 jan.

   Família de George Harrison queima guitarrra
   Nova York - Após processar o médico que teria forçado o guitarrista George Harrison a autografar uma guitarra pouco antes de morrer, a família do ex-beatle encontrou uma nova solução para o problema: o instrumento será queimado. A clínica, porém, anunciou que o dr. Gilbert Ledermann não terá seu contrato renovado. (DPA)

   26 jan.

26 janeiro

O professor Oscar Kobun é responsável pelos discos e diz que o acervo da Escola de Música de Brasília chega a ser consultado por cem pessoas a cada dia

1 março

1 marco

   6 mar.

   Paul McCartney encabeça lista dos mais ricos

   Abril

abril 

  12 abr.

  Bill Wyman recupera Contrabaixo Vox

  18 junho

   Leiloada pela internet gravação rara de Jimi Hendrix

22 junho / 26 jun.

musas

 

 24 jun.

24 junho

 15 julho

15 julho

16 jul.

241850 320185101409819 804161088 o

16 julho178499 309751275786535 1938914076 o

Conic. Zéantônio faz paz e amor, Gicello desmunheca e eu tava tão alto que joguei as lupas para cima tamanha Bandeira Diniz - quando? 16 de julho de 2004 - o tempo passa

20 jul.

20 julho

22 jul.

22 julho

A juventude barulhenta de Jandira Feghali

30 jul.

30 julho 
Funcionário do COmitê Olímpico Iraquiano usa máscara de tortura no estádio Al Shaab. Os apetrechos eram usados pelo filho mais velho do ex-ditador Saddam Hussein, Uday, para punir atletas, especialemnte os jogadores de futebol após derrotas

9 agosto

9 agosto
Rita Lee se prepara para gravar outro disco ao vivo  a convite da MTV. O roteiro de Rita Lee MTV Ao Vivo foi baseado na turnê do disco Balacobaco (lançado no ano anterior), com sucessos novos e antigos.

 12 ago.

12 agosto

Como os loucos torram sua grana, Carlinhos Quinau apareceu e pagou sete polaroids (foi festa)

 14 ago.

14 agosto


20 ago.

Especialista diz que mala com artigos raros dos Beatles é falsa

Macca E As Crianças

Arnaldo Baptista lança o aguardado CD Let it Bed.

28 ago.

28 agosto

3 setembro

conic

Então, você que ser uma estrela do rock'n'roll?
Na foto maior frente à vitrine da Pornoshop no Conic. O fotógrafo exultante falava - Uma forte de arte! Ninguém sabe é que nessa mesma noite 3 de setembro de 2004, nos deslocamos do Conic ao Beirute o  fato raro era estar na companhia de Cicinho 'Bilau-Grande'  e talvez Zeferino morasse numa vaga na W3 Sul - detalhe: foi quando comprei a tal camiseta do Hendrix que escafedeu-se - da série cada fotografia tem a sua história 

9 set.

Yoko Nua Em Londres

15 set.

Lobão no Planalto!

Ambiente de arte no Beirute -  foto feita depois do show do Lobão que não rolou no Venâncio 2.000! À esquerda de vermelho um garoto que tocou numa banda do Cruzeiro que ninguém ouviu falar, no mesmo lado da minha geração o poeta, cronista e filmmaker Magu Cartabranca; o grande Pintor Iolovitch e sua tela e um Mário Pazcheco muito doido pois ao fumar reproduz a tela do artista. Qual o nome dessa façanha de linguagem?

beira

   11 a 17 set.

   11 17 set
   

 29 set.

PSICODELIA MUSICAL NA CENA RECIFENSE

19 outubro

19 outubro

26 out.

MC5 não vai mais para Goiânia

17 novembro

 17 nov

Onde foi parar o teclado do Vímana

 neuras

Mindoim no Conic, lança o CD do Neuras Planetóides

 

10 novembro

10 nov

 24 nov.

24 novembro

 

 24 nov.
Pipodélica e Phonopop - A Noticia (SC)

24 nov

 

25 nov.

25 nov

 16 dezembro

16 dez

17 dez.

17 dez

Show: Belchior e as canções de sua vida

lublues

Lu Blues com Rubão na bateria

22 dez.

O Blues de Lu nos tira de casa e da cadeira

Brasília – Feitiço Mineiro – A velha história da tartaruga que perde a cabeça mas não o blues. Da mesma maneira, a cantora de blues Lu consegue reinventar com qualidade um repertório clássico. Ela supera a apropriação e a adaptação, cria estilo e escola. Essas características me atraem na voz cativante e disciplinada da cantora.
Eric Clapton disse que “não se pode tocar blues de barriga cheia”. Essa condicionalidade continua valendo. Os atuais guitarristas de blues devem algo a Eric Clapton: afinal, não foi ele que eletrificou “Crossroads”, tornando-a imprescindível em milhares de repertórios?
Lu apresenta um blues com pegada feminina e apelo sexual, perto do fogo. A sua voz doce balbuciando fomenta a liberação dos quadris e palmas – a ordem é dançar! Suas interpretações são convincentemente carregadas pela dor. O seu repertório é hegemonicamente masculino, pois ela gosta principalmente de Jimmy Reed, Robert Johnson e, lógico, Rolling Stones.
Neste show no Feitiço Mineiro, também estavam presentes standards, de Jimi Hendrix até Stevie Ray Vaughan. O repertório é identificável sem dificuldade, e você o curte sem medo de mais na frente encontrar algo que o desvie da viagem nostálgica e sentimental. Lu impõe luz própria às interpretações, e como é bom ouvi-la com uma aparelhagem de voz decente, num momento inspirado de muita esperança para o ano que começa.
Skaravelho é a banda que acompanha Lu Blues. Vi algumas encarnações dessa banda variável, que se firmou a partir da cozinha de Rubão (†), que fez um belo trabalho na bateria, e de Igor, que se estabilizou de vez no contrabaixo, onde produziu uma retaguarda afiada. A presença de Christian nos teclados trouxe um timbre de Jimmy Smith e proporcionou improvisos alternados entre a guitarra e os teclados. Neste show, João tocou a guitarra sem firulas. Ele sabe que o blues não é moderno, que não precisa de intervenções rápidas e floreadas, carregadas de notas, como alguns discípulos insistem. A sua guitarra fluiu num mar metálico, sempre ondulando nos volumes do amplificador e do pedal, tirando assim um som sujo e compacto. De estilo econômico e vigoroso. João tocou uma guitarra linda em “Little Wing”, que valorizou ainda mais as interpretações anteriores.
Discreto, o seu slide desliza na hora certa. A sua ausência da banda deixará um buraco, mas as histórias mudam...
O notável no blues é a possibilidade de improvisação. O clima para sair o som funciona... se os músicos têm alma! Skaravelho precisa de mais ensaios e entrosamento, mas nesta apresentação a qualidade individual como estratégia funcionou. No futuro, quando a banda estiver mais segura e à vontade, Lu Blues poderá empregar todo o potencial da sua garganta. Resta esperar, e torcer.

Literatura

17 fevereiro

Ademir Assunção reavalia contracultura em seu romance
ROGÉRIO EDUARDO ALVES
da Folha de S.Paulo

A contracultura cultivada pelo escritor Ademir Assunção, 42, em seu romance Adorável Criatura Frankenstein, parece assumir uma conotação diferente daquela explorada pelos seus autores inspiradores, entre eles José Agrippino de Paula e Paulo Leminski.
A diferença não se deve ao estilo, mas ao ambiente sociocultural em que o texto é lido. Do ponto de vista do leitor atual, o convívio intenso com as imagens que são colhidas pelo autor como que corroboram uma espécie de "naturalização" do virtual retratado.
O universo em que abandona seu protagonista, batizado Eu, é um labirinto de virtualidades onde se cruzam figuras da indústria do showbiz, como bailarinas de axé, artistas da MPB e políticos, cercados por índices da cultura pop cuidadosamente colocados.
"O que procurei foi trabalhar o limite entre a ficção e a realidade num mundo bombardeado pelo excesso de informações. O único que não sabe quem é e o que faz na história é justamente o personagem central. Cercado de 'celebridades', ele não distingue mais se Caetano Veloso é ficção e Pernalonga um personagem real, ou vice-versa. Tudo se mistura e ninguém mais sabe sua identidade".
Nesse quadro, nada mais real do que o signo apresentado como índice de virtualidade num país que se quer um "reality show". A pergunta que resta é se esse estado de coisas representaria a esterilidade definitiva da contracultura.
"É evidente que grande parte da mídia, da indústria cultural e do mundo acadêmico tem interesse em esvaziar as posturas que as colocam em xeque. E muitos ditos artistas também banalizam procedimentos que eram radicais. O que era ousadia, vira repetição. Mas o que é conhecimento, inquietação, inventividade, fica intacto; basta ir direto à fonte sem perder tempo com diluições."
O instrumento que o autor utiliza para reavaliar a indústria cultural e reapropriá-la é o deboche. "Dá para se divertir muito ridicularizando os símbolos da sociedade atual: o consumismo, o hedonismo das 'celebridades', a burrice propagada pelas mídias eletrônicas, a vigarice publicitária."
Como matéria-prima, a "fábula contemporânea" de Criatura Frankenstein utiliza as palavras e dobra-se sobre si mesma numa revigoração da metalinguagem tão abusada pela literatura atual. Por isso, Eu quer acertar suas contas diretamente com o narrador, o único responsável.
Nesse sentido, a criação de Assunção remete à sua produção poética, particularmente ao livro "Zona Branca" (Altana), cujo título define "uma área de deslocamento, em outra dimensão de espaço-tempo, onde os presidiários são submetidos à incomunicabilidade total, embora possam ver em detalhes tudo o que está acontecendo em torno deles, no chamado mundo real. Os que mantêm a lucidez assistem incrédulos à degradação criada por poderes nem sempre identificáveis".
Reunido entre os nomes que compuseram a polêmica antologia Geração 90, Assunção --que é um dos editores da revista Coyote-- não pestaneja ao criticar a denominação.
"A desinformação e a arrogância da crítica e da imprensa acabaram contribuindo para o surgimento do rótulo. Nos últimos dez anos cansamos de ler textos afirmando que nada é significativo na cultura brasileira. Quem estava informado sabia que era mentira. Gostaria que o rótulo se dissolvesse logo. O que há são ótimos autores contemporâneos, na poesia, na prosa, no teatro, na música."

ADORÁVEL CRIATURA FRANKENSTEIN
De: Ademir Assunção
Editora: Ateliê Editorial

novaondadosfanzines

20 maio

Chico Buarque questiona o livro 'Eu não Sou Cachorro não'

Sai Seis contos e duas peças curtas de Mário Peixoto - Rio de Janeiro: aeroplano, 2004.

Ronald Augusto é poeta, músico, letrista e crítico de poesia. O autor lança Confissões Aplicadas.

    A nova onda dos fanzines, publicado por Henrique Magalhães.

   17 outubro

   Eva e a fruta estranha

   Novembro

   “O novo morador de Brasília já chegou botando bronca. Fez alguns testes nos nossos botecos, já está participando do däs Kapital e sendo disputado a tapas pelos jornais da capital. Encontros com políticos só depois das CPIs...” Assim foi saudada o regresso de Jaguar a Capital pelo não menos lendário e saudoso jornalista Wanderley Lopes.

   Cinema

   10 fevereiro

   Dois ladrões numa moto tentaram roubar ontem, às 15h, a bolsa de dona Lúcia Rocha, perto do Tempo Glauber, em Botafogo.
Aos 85 anos, a mãe do cineasta reagiu e foi jogada na rua. Um gari a salvou do atropelamento.

   8 março.

   A prefeitura do Rio, que, diga-se a seu favor, tem apoiado a cultura, suspendeu a ajuda ao Tempo Glauber, o centro dirigido por Lúcia Rocha, mãe do cineasta. É uma pena. 

10 mar.

Dona Lúcia Rocha e Silvio Tendler, o diretor do documentário Glauber, o filme, labirinto do Brasil, continuam acendendo o cachimbo da paz. De início, ela havia implicado com as cenas do enterro do filho, depois com as histórias em que ele aparece fumando maconha. Lúcia e Silvio estarão juntos este domingo, aniversário de 65 anos de Glauber, lançando o filme em Salvador.

7 maio

Mostra de cinema marginal chega ao CCBB de Brasília
Folha Online

Depois de passar por São Paulo e Rio de Janeiro, chega a Brasília, no próximo dia 18, a mostra Cinema Marginal e suas Fronteiras, que apresenta clássicos e raridades da produção de cinema realizada no país entre 1960 e 1970.
Com curadoria do cineasta Eugênio Puppo, da Heco Produções, a mostra, que ficará em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília até o dia 30, vai exibir 32 títulos, entre longas e curtas-metragens, inéditos e clássicos.
A mostra vai oferecer ao espectador de Brasília a oportunidade de assistir a filmes que são ícones do movimento, como Matou a Família e foi ao Cinema, de Júlio Bressane, "Meteorango Kid, o Herói Intergalático", de André Luiz Oliveira, Bang Bang, de Andrea Tonacci, Gamal, o Delírio do Sexo, de João Batista de Andrade, À Meia Noite Levarei Sua Alma, de José Mojica Marins, Caveira My Friend, de Álvaro Guimarães, e "Sagrada Família", de Sylvio Lanna..
Um dos destaques da programação é "Hitler 3º Mundo", de José Agrippino de Paula, rodado entre 1968 e 1969 e que nunca foi exibido comercialmente. O filme conta com a participação de Jô Soares. Outra produção que deverá chamar a atenção do público é o curta "O Bandido da Luz Vermelha", feito a partir de trechos inéditos do longa de Rogério Sganzerla.
O evento contará com a presença do diretor Ozualdo Candeias, da atriz Helena Ignez e do diretor José Mojica Marins, que conversam com o público sobre seus trabalhos. Mojica fará ainda um workshop de interpretação para cinema, teatro e TV, que acontecerá de 24 a 26 de maio, na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília.
Durante a mostra será feito o lançamento do livro "Cinema Marginal Brasileiro", organizado por Eugênio Puppo, que conta com 92 textos e artigos sobre o movimento e material iconográfico.
Cinema Marginal e suas Fronteiras acontece de 18 a 30 de maio, de terça a domingo, com quatro sessões diárias (às 15h, 17h, 19h e 21h). Os ingressos custam R$ 2 e R$ 4.
Em Brasília o evento conta com o apoio da UnB e da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. Mais informações sobre a mostra podem ser obtidas no site oficial do evento (www.cinemamarginal.com.br) ou pelo tel. 0/xx/61/310-7087.

9 julho

Testamento de Marlon Brando desmente que ele estivesse na falência

23 jul.

23 julho

   

 

   20 setembro

   Filme perdido de show de Jimi Hendrix é resgatado por TV sueca

   25 novembro

   Festival de Brasília assiste a renascimento de clássicos do cinema
   TEREZA NOVAES - Folha de São Paulo

   Enviada especial a Brasília

   O poeta Paulo Martins, o senador dom Porfírio Diaz, o governador dom Felipe Vieira e o empresário dom Julio Fuentes voltam a circular por Eldorado. Trinta e sete anos depois, os personagens do filme "Terra em Transe" retornam à tela grande sem as marcas trazidas pelo tempo, graças à restauração de seu original. A primeira exibição do resultado do trabalho acontece hoje dentro do Festival de Brasília.
   E não é só o clássico de Glauber Rocha que revive. "O País de São Saruê", documentário de Vladimir Carvalho, também passou por um restauro e é atração de amanhã no festival.
   A recuperação do "master" de "Terra em Transe" --do qual serão feitas as cópias para a reestréia em março do ano que vem-- demorou 14 meses para ser concluída e foi feita a partir de um exemplar do filme que estava em Berlim, na Alemanha.
   O negativo original foi perdido em um incêndio na França. Os fotogramas da cópia alemã foram escaneados, tratados em computador e só depois transferidos para película.
   O som passou por processo semelhante, mas foi necessário usar o material de três cópias diferentes para aperfeiçoá-lo.
   "O tempo da memória está lá. O restauro só trouxe de volta a beleza, para que o filme brilhasse de novo", diz Paloma Rocha, 44, filha do diretor e mentora da recuperação de sua obra. "Não havia mais possibilidade de mostrar os filmes do meu pai, as pessoas me pediam e não tinha como exibir", conta ela.
   Aproveitando a sugestão da própria Petrobras, que patrocinava a transposição para DVD de dez longas de Glauber, Paloma incluiu na conta a recuperação dos originais. Mas teve que reduzir a lista para quatro títulos.
   Os próximos a serem restaurados e lançados em DVD são "Barravento", "O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro" e "Idade da Terra".
   Em uma segunda etapa do projeto, Paloma pretende restaurar mais filmes. O primeiro da lista é "Deus e o Diabo na Terra do Sol", que já foi remasterizado e transformado em DVD.
   Os relançamentos serão acompanhados de disco com extras. Para "Terra em Transe", Paloma e o diretor Joel Pizzini criaram 13 capítulos que tratam de vários aspectos da obra e somam duas horas e 15 minutos de imagens. Trailer, o curta "Maranhão 66", de Glauber, e uma seção com 30 fotos completam o pacote.

   Safenado
   "É uma iniciativa auspiciosa. Não tenho posses, ser produtor independente é sinônimo de pobreza. O negativo estava muito afetado e o serviço de restauro é muito custoso para uma pessoa física", diz Vladimir Carvalho.
   O cineasta de 69 anos viu o "master" de "O País de São Saruê" renascer depois de 13 meses e R$ 120 mil. O diretor recebe também homenagens no festival. Antes da exibição de seu filme, amanhã, será lançado o documentário "Vladimir Carvalho: Conterrâneo Velho de Guerra", de Dácia Ibiapina.
   "O País de São Saruê", de 1971, é um retrato do sertão nordestino na época, mostrando a cultura em deterioração, as formas de cultivo e os costumes.
   "Esse filme é como gente, primeiro pegou uma cadeia de dez anos e depois foi safenado", brinca o diretor, fazendo referência ao tempo em que o filme ficou proibido pela censura durante a década de 70.

   Artes

   Outubro

outubro

Exposição Subterrâneos - SDS Conic – Núcleo De Cultura De Ceilândia e Espaço Das Mulheres   

 15 out.

Homenagem aos fotógrafos da Capital - Marinho Izaias Do Carmo trabalhava na 109 S. Na foto à esquerda "Pedra" com o laço, Iolovitch e Pazcheco num tempo recente  em que as pessoas usavam cavalos p/ se deslocarem ao Beirute ou André "Pedra" enfrentava os veículos como numa arena

laco

pedras_neuras    

OS PEDRAS CD 'PARA TODAS'OS PEDRAS CD 'PARA TODAS'

26 outubro

TONINHO DE SOUZA REVISITADO

27 out.

  27 outubro

10 janeiro

Obituário 

9 janeiro

Vítima de um tumor cerebral. O crítico, cineasta Rogério Sganzerla, morre aos 57 anos na manhã do dia 9, no Hospital do Câncer. Seu último filme foi O Signo do Caos, premiado no Festival de Brasília em novembro com as estatuetas de montagem e direção. 

17 fevereiro

Doris Troy morre de efisema.

1 março

Falece o guitarrista Tonho Gebara

3 maio

  1959449 681163881951364 6172476821994469064 n JB, 8 jul. / 1999

As artes brasileira perdem a notável Lygia Pape

    24 setembro

 Françoise Sagan (21 de junho de 1935 - 24 de setembro de 2004)

   12 outubro

   Pranto para o Manduka

rock wave

  26 dezembro

Morre o lendário John Peel

 

 

 

 

 

Articles View Hits
6975590

We have 399 guests and no members online

Download Full Premium themes - Chech Here

София Дървен материал цени

Online bookmaker Romenia bet365.ro