2005: DOIS MIL E CINCO

2005 ZINE

   27 abril

   Campus Sonoro 

   Ellen Oléria (Mário Pazcheco)

   É uma cantora de alma de veludo com implicações totalmente soul, apropriadamente nos apresentada como uma Pérola Negra. Faz acompanhar-se pelo seu violão, mais percussão e sax. Com uma extensão vocal privilegiada, conseguiu interagir com a plateia que repetia o coro de suas parcerias. De torcida de festival apoiando seus favoritos, os presentes entraram no clima de desconcentração e dançaram pra valer. O show começa com "Nuvem Passageira" de Hermes Aquino e termina com uma composição própria que no fim do túnel pergunta - qual o nome do seu sócio? Ellen Oléria com seu cabelão afro, seu sorriso é uma promessa. A qualidade instrumental de suas composições podem ser reelaboradas e melhoradas o que pode acontecer.

Fato visível, a qualidade de várias intérpretes de Brasília ora na tangencial procurando visibilidade. Toque, por favor, Roberto Carlos na próxima...

 2005 29 MAIO

Foi no dia 29 de maio de 2005. A River Phoenix fez o seu primeiro show e estava acompanhada pela Revólver - embrião do que viria a ser o Valdez de Alysson Diego e Everaldo Maximus - e da Subterfúgio, banda do Paulinho Bar, Davi Kaus e Serge Luz. Escrevi no meu caderno: "tudo começou como um caos, e existe maneira melhor de uma banda começar?" (Michel Aleixo guitarrista na River Phoenix) 

ARTES

2005 24 JUNHO

2005 8 JULHO

fezta dopropriobols

 

Lee Braid

17 jul. 

O baixista do The Swinging Blue Jeans, Lee Braid, 67 anos, está com um câncer no pulmão, segundo o site oficial da banda.
Braid abandonou a turnê da banda por causa de uma forte crise de tosse. Ele foi levado para um hospital em Liverpool, Inglaterra, onde foi diagnosticada a doença. Agora Lee Braid aguarda uma operação e o tratamento à base de quimioterapia para voltar à estrada.

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Portrait of the band 'The Swinging Blue Jeans'; (L-R) Ralph Ellis, Ray Ennis, Norman Kuhlke and Les Braid, circa 1965. (January 01, 1965 License)

Julho/Agosto

Brasília, Fina Flor do rock

 1 setembro

Sempre jovens e ainda relevantes: o legado de dois roqueiros

7 set.

Gente & TV - Portal Terra

Paul McCartney surpreende fãs ao andar de ônibus

Paul McCartney adora andar de ônibus. Desde a época dos Beatles, o músico costuma dizer isso em entrevistas, mas o que poucos fãs esperam é que ele ainda ande de ônibus hoje em dia.
O milionário afirmou que usa transporte público, como trens e ônibus, "regularmente", sempre que precisa chegar rápido a algum lugar, informou o FemaleFirst.

Aos 63 anos, McCartney contou, ainda, que muitos passageiros ficam "chocados" com a sua presença nos transportes públicos.

"As pessoas sempre esperam que eu ande apenas em limusines, mas eu uso muito trem e ônibus porque é conveniente", explicou.

Novembro/Dezembro

No Class! – Sem interesses comerciais e sexuais 

6 dezembro

Paul McCartney tentou reunir Beatles 
F. S. Paulo - da Ansa, em Londres

O músico britânico Paul McCartney tinha planejado reunir os Beatles um ano antes do assassinato de John Lennon, mas o projeto não pôde ser realizado.
McCartney planejou em 1979 gravar um disco com os Beatles novamente reunidos. Esse álbum, pelo qual a CBS norte-americana pretendia pagar cerca de US$ 12 milhões, não foi gravado por discordâncias entre os integrantes do lendário grupo.
A informação é divulgada quando se completam 25 anos do assassinato de John Lennon, morto em 8 de dezembro de 1980 em Nova York.
"Essa é a primeira evidência que existe sobre o fato de um ex-Beatle ter planejado algum tipo de reunião musical com o grupo", declarou uma fonte da CBS ao jornal inglês "The Sun".
Os Beatles, a banda mais bem-sucedida de todos os tempos e que começou a tocar no fim da década de 1950, separaram-se em 1970.

Rainha condecora Jimmy Page por trabalho no Brasil

O guitarrista do Led Zeppelin recebeu das mãos da Rainha Elizabeth II a Ordem do Império Britânico por ajudar crianças pobres brasileiras
Londres - O guitarrista do Led Zeppelin Jimmy Page, de 61 anos, recebeu das mãos da Rainha Elizabeth II a Ordem do Império Britânico, como prêmio à campanha que promoveu durante mais de dez anos para ajudar as crianças desfavorecidas das favelas do Rio de Janeiro, e não por sua música. A cerimônia ocorreu no Palácio de Buckingham.
"Nunca pensei que receberia um prêmio por meus humildes esforços (caridosos)", comentou o ex-líder da lendária banda britânica. Segundo o guitarrista, a rainha disse a ele que seu esforço constituía "um trabalho muito importante" e que a situação de muitas crianças nas favelas era "horrível".
Page começou a se interessar pelos problemas dos menores nas favelas em 1994, quando promovia um disco no Rio de Janeiro e houve uma série de brigas entre grupos de rua na cidade.
"Naquela época, o sol não brilhava no Rio. O Exército ia às favelas e percebi a grave situação das meninos de rua", comentou o músico. Quando voltou ao Reino Unido, o guitarrista, nascido em Londres, uniu seus esforços aos da organização de caridade Task Brazil e juntos criaram um centro de abrigo de crianças no Rio de Janeiro, chamado Casa Jimmy, que assistiu mais de 300 menores.
Em setembro passado, Page foi nomeado cidadão honorário do Rio de Janeiro, em reconhecimento a seu trabalho de caridade. contou Page aos repórteres.
Nos anos 60, Page foi membro da banda The Yardbirds, antes de formar o Led Zeppelin. (EFE/AP)

28 dezembro

Lobão critica Lula e Gil em programa na Rede TV!
(Folha de S. Paulo)
Uma entrevista polêmica com o músico e agora apresentador Lobão deverá roubar a cena do programa "Amaury Júnior", hoje, na Rede TV!, a partir das 0h. A reportagem da Folha Online teve com exclusividade acesso à conversa que durou 30 minutos.
Ao comentar a performance do presidente Lula, Lobão não ficou tímido. Segundo o músico, Lula é "otário ou canalha".
"Lula não serve e nunca serviu para ser presidente", disse o músico.
Segundo Lobão, ele se arrepende de ter ajudado a eleger esse "governo desastroso".
Sobre o ministro da Cultura, Gilberto Gil, Lobão argumentou: "Gil é uma 'raposa no galinheiro'". Para o cantor, a crítica se deve ao fato do ministro ser a favor do "jabá", o "mensalão musical".
"O Gil não pode ser ministro e, ao mesmo tempo, contratado de uma gravadora. É o mesmo que um presidente do Banco Central ser um executivo do Banco de Boston", explicou.
"Aqui ele é ministro, mas, na França, se apresenta como cantor por um cachê milionário", completou ao responder as perguntas do jornalista Amaury Júnior.
Lobão lembrou que ouviu do próprio Gil, "que ele sabia não ser competente para o cargo". "Logo depois disso, abri um espaço em minha revista para ele, mas o ministro não quis registrar o que tinha dito", contou ele.

2005 FEVEREIRO

Literatura

Março

Magu Cartabranca: Os dez olhos do homem    

Discos

Pedra: — Não é todo dia que nos comparam a mestres como Glenn Hughes!

Dado Villa-Lobos Recomeço sem olhar para trás

OBITUÁRIO

20 fevereiro

Morre Hunter S. Thompson

25 junho

Morre Chet Helms

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17 julho

Morre no Rio o escultor Franz Weissmann

Setembro

Les Braid
Founder-member of Merseybeat group the Swinging Blue Jeans
Alan Clayson

1 set. / 2005 - Les Braid, who has died of cancer aged 67, was a founder member, bass guitarist and occasional lead vocalist with the Swinging Blue Jeans. The group, which exemplified the two guitars-bass-drums archetype of the 1962-63 Merseybeat explosion, had a British number two with their third record for EMI, a cover of Latin-American rock'n'roller Chan Romero's Hippy Hippy Shake, early in 1964.

Theirs was a story of the times. The success of Hippy Hippy Shake - it also made the American top 30 - had been aided by a cameo on the BBC's Liverpool-set police series Z Cars, and an appearance on the first ever Top Of The Pops. They won sponsorship from a local jeans manufacturer (Lybro), and had a Sunday Radio Luxembourg show. In 1964, You're No Good was a British number three and in 1966 Don't Make Me Over made the top 40. But by then Merseybeat had faded.

Braid was an accomplished pianist by the time he left his Formby secondary school and began an apprenticeship as a cabinet maker. In 1958, he joined a skiffle group, and then gravitated to the Bluegenes, who initially mixed skiffle and traditional jazz. The Bluegenes had big ambitions; they wore uniform jeans and blazers, had cards designed by teenage cartoonist Bill Tidy, and even bought a van to get to gigs.

By 1961, as the Swinging Blue Genes, they were playing Surrey ballrooms, and had a weekly residency at the Cavern in Liverpool - the Beatles were among those below them on the bill. During the next two years they played Hamburg's Star Club, were turned down by record producer Joe Meek, signed then dropped by a minor record label and, turned into the Swinging Blue Jeans.

By the end of the 1960s, Braid and singing guitarist Ray Ennis were the only members left from the 1963 line-up. The group continued on the cabaret circuit and on repackaged 1960s tours. They did make further records, and the original Hippy Hippy Shake featured on the soundtrack of the Tom Cruise vehicle Cocktail (1988). After nearly 50 years, Braid quit the Swinging Blue Jeans last spring after his terminal lung cancer was diagnosed.

He is survived by his wife, a daughter and a son.

· Les (William Leslie) Braid, musician, born September 15 1937; died July 31 2005 (The Guardian)

Rolling Stone publica últimas frases de jornalista antes de suicídio
Folha Online*

 

 

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